Laboratório do Acoplamentarium
Definição. O acoplamentarium é a base intrafísica ou laboratório multidimensional, assentado nas premissas do paradigma consciencial, tecnicamente preparado para potencializar as manifestações holossomáticas e os atributos conscienciais, principalmente o parapsiquismo, por intermédio da técnica do acoplamento energético.

Sinonímia:
- Laboratório de interfusão energética.
- Base intrafísica para o acoplamento energético.
- Base técnica do acoplamentista.
Antonímia:
- Ambiente de incompatibilidade energética.
- Base técnica do projetor lúcido; projetarium.
- Base técnica do tenepessista.
- Antiacoplamentos energéticos.
Neologística. O termo acoplamentarium é neologismo técnico da Energossomática.
Objeto. Ao exteriorizar o fluxo de energias conscienciais, de modo autoconsciente, sob a impulsão da autodeterminação, a consciência materializa, igual a objeto concreto, a própria vontade. É o ato da concretude da volição pessoal. Tal ato é o maior fixador da autoconfiança. A vontade, nesse contexto, é novo instrumento, ferramenta ou membro maleável e prático para a conscin. O único problema, aqui, é a qualificação da natureza da intencionalidade.
Pioneiro. Sob a ótica da Paratecnologia, o acoplamentarium do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC) é o primeiro laboratório técnico, especializado, inédito e pioneiro nos acoplamentos energéticos, interconscienciais, práticos, construído de modo específico. Começou a funcionar, grupalmente, na Terra, em 2003, sob a direção de epicon, homem ou mulher.
Especificações. Eis, resumidas em 10 itens e dispostas na ordem funcional, as especificações básicas do acoplamentarium:
- Pesquisas. O laboratório
do acoplamentarium reúne as autopesquisas com
as heteropesquisas, dentro das vivências pessoais
e das vivências grupais do parapsiquismo desenvolvido
em conjunto. Pode ajudar sobremodo na assistência
cosmoética às consréus ressomadas.
- Consenso. O acoplamentarium permite estabelecer o consenso imediato sobre determi
- nado
fenômeno extrafísico ou parafato. Depois
de 100 consensos, começam a serem constituídos
os princípios, além das hipóteses
de tentativas e das teorias rudimentares, segundo
o paradigma consciencial embasando a Conscienciologia.
- Isolamento. O isolamento da edificação
do acoplamentarium proporciona aos experimentadores
a anulação de interferências externas,
em ambiente de silêncio próximo à
Natureza. Além das energias imanentes, a Natureza
oferece, de modo direto, as fontes do geoectoplasma,
fitoectoplasma e zooectoplasma aproveitados para potencializar
o desenvolvimento das práticas energéticas
em grupo.
- Ambiente. No laboratório
é feito o controle da temperatura, da umidade
do ar e da luminosidade. A temperatura de 18 graus
Celsius e o ambiente levemente obscurecido são
condições facilitadoras da instalação,
manutenção e desenvolvimento do campo
energético, favorecendo as emissões
de ectoplasma por parte das conscins.
- Anfiteatro. O anfiteatro, a forma
característica do laboratório do acoplamentarium,
com piso em rampa e emborrachado, possibilita a visualização
do epicon, do coadjutor e dos outros participantes
dos experimentos, e vice-versa.
- Recursos. Os objetos e as características
do espaço físico determinados pela necessidade
da técnica do acoplamento energético,
elimina o dispensável ou as interferências
negativas em relação à acuidade
e ao desempenho dos experimentadores. Por exemplo,
o aparelho de ar-condicionado mais silencioso facilita
os diálogos e os esclarecimentos ocorridos
entre os transes dos acoplamentos energéticos.
- Integração. Integrado
ao campus de autopesquisas da consciência do
CEAEC, o acoplamentarium faculta o contexto multidimensional
favorável, otimizador, acolhedor e potencializador
das experimentações parapsíquicas.
- Cadeiras. As cadeiras, por exemplo,
foram tecnicamente posicionadas para garantir a visão
do rosto do epicon ou do coadjutor a partir de todas
as localizações ou posições
dos assistentes no laboratório. As cadeiras
estão fixadas para evitar mudanças e
permitir maior segurança aos participantes
ao se movimentarem.
- Banheiros. Os banheiros anexos
evitam as saídas do laboratório e conseqüentes
comprometimentos ou interferências externas
nos experimentos.
- Participantes. O experimento no acoplamentarium é desenvolvido com até 63 participantes, incluindo o epicon, os monitores, o redator das experimentações, os doadores de energias, na condição de alunos, e o coadjutor, homem ou mulher, sentado na parte central do laboratório, durante a experimentação. O revezamento dos coadjutores proporciona a participação direta da maioria dos participantes durante as experimentações.
Antiacoplamentos. Eis, em ordem alfabética, na qualidade de exemplos a serem evitados, 12 posturas antiacoplamentares capazes de interferir no campo energético:
- Adormecimentos: o ato de dormir
durante os experimentos.
- Adrenalina: o mais inteligente
é trocar a adrenalina pela ectoplasmia. No
acoplamentarium todos somos assistentes e assistidos.
- Antagonismos: o mau hábito
de estabelecer metas pessoais diversas das propostas
pelo experimento, atuando de modo antagônico
às práticas em andamento. O desenvolvimento
do parapsiquismo é dinamizado quando pensamos
em ajudar os outros.
- Antecipações: a
postura de tentar intimamente antecipar a programação
das ocorrências. No acoplamentarium, grupal,
é necessário cortar todo autopensene
egocêntrico.
- Apriorismos: manter preconceitos
ou idéias preconcebidas sobre os fenômenos.
- Autodefesas: os mecanismos de
defesa do ego, dentre outras conseqüências,
dificultam a doação de energias conscienciais.
Na manifestação parapsíquica
é necessário o experimentador entregar-se,
intimamente, à condição da passividade
consciente ativa, não tendo medo de nada. Esta
é a dificuldade maior dos acopladores energéticos
novatos, homens e mulheres.
- Devaneios: os sonhos acordados
deslocados e inconvenientes. O estudo da grupalidade
potencializa quem quer se adaptar tecnicamente ao
acoplamentarium.
- Emocionalidades: as alterações
emocionais tais como euforia, medo, expectativa e
ansiedade interferem na racional idade, comprometem
as vivências lúcidas e a interpretação
lógica dos parafatos.
- Parafisiologia: o despreparo fisiológico
ou parafisiológico do participante menosprezando
a prática do estado vibracional profilático.
O participante hostil às energias do acoplamentarium
pode ficar o tempo todo encapsulado ali.
- Pretensões: alimentar a
pretensão de estabelecer o acoplamento energético
com algum outro experimentador fora da condição
de epicon naquele determinado momento.
- Roupas: o melhor é sempre
evitar as roupas coloridas. O branco das vestes funde
com o branco do laboratório facilitando as
parapercepções relativas à dimener.
- Taquicardia: a ansiedade, a impulsividade e a precipitação perturbam a pacificação íntima ideal para a auto-análise das sensações e parapercepções e a análise do desenvolvimento dos fenômenos e parafatos.
EIS O PRINCÍPIO TEÁTICO,
BÁSICO E INDISPENSÁVEL DA CONSCIENCIOLOGIA:
1
DIA DE VIVÊNCIA DIRETA, PRESENCIAL, PARTICIPATIVA,
VALE POR 100 DIAS DE TEORIZAÇÕES DO
MELHOR PESQUISADOR.
Histórias. Nunca foi redigida a história da vida normal das pessoas comuns, componentes da Humanidade. Só se registrou, até hoje, a história dos destroços e vestígios dos homens e das mulheres notáveis. Nunca foi escrita a história da vida multidimensional das conscins. Só se registrou, até hoje, a história da humanidade nesta dimensão quadridimensional. A verdadeira liberdade começa pela abertura das portas das parapercepções. Eis o emprego do acoplamentarium.


